
A Liga Forte Futebol (LFF) divulgou, nessa quarta-feira (5), quanto cada clube que aderir ao contrato com as investidoras Life Capital Partners e Serengeti Asset Management terá direito de receber.
Segundo a Liga, a divisão utilizou critérios tais como audiência e desempenho no Brasileirão da Série A desde o início da era do campeonato de pontos corridos, ou seja, a partir de 2003.
Ceará e Fortaleza, representantes cearenses na Liga, vão receber (cada um) R$ 121 milhões. O Goiás, por exemplo, vai levar R$ 152 milhões. Enquanto o Sport ficará com R$ 139 milhões. O maior beneficiado será o Internacional, que vai receber R$ 218 milhões.
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A LFF informou ainda que 24 dos 26 clubes que a integram já aprovaram a assinatura do contrato. Vale lembrar que as investidoras terão direito a 20% das receitas comerciais geradas pelos clubes na tão aguardada liga brasileira pelo período de 50 anos (isso mesmo, meio século).
Ainda conforme o comunicado, o 1º pagamento, de 50% do valor total, será feito de 30 a 60 dias após o contrato ser enviado para os investidores. Em seguida, os outros 50% serão divididos em 2 parcelas. 1 ano após o 1º pagamento e seis meses depois do 2º.
Veja abaixo como ficou o rateamento do valor inicial de R$ 2,32 bilhões. Lembrando que se houver a adesão de 40 clubes, o montante sobe para R$ 4,6 bilhões.
Internacional: R$ 218 milhões
Atlético/MG: R$ 217 milhões
Fluminense: R$ 213 milhões
Athletico: R$ 203 milhões
Coritiba: R$ 159 milhões
Goiás: R$ 152 milhões
Sport: R$ 139 milhões
Ceará: R$ 121 milhões
Fortaleza: R$ 121 milhões
América/MG: R$ 116 milhões
Avaí: R$ 94 milhões
Chapecoense: R$ 94 milhões
Juventude: R$ 93 milhões
Atlético/GO: R$ 91 milhões
Criciúma: R$ 62 milhões
Cuiabá: R$ 57 milhões
CRB: R$ 43 milhões
Vila Nova: R$ 38 milhões
ABC: R$ 33 milhões
Londrina: R$ 33 milhões
Tombense: R$ 26 milhões
Total: R$ 2,232 bilhões
3ª Divisão
Os clubes que estão atualmente na Série C: Brusque, CSA, Figueirense, Náutico e Operário/PR, neste primeiro momento, ficam fora do rateamento, devido não participarem da Série A ou da Série B do Brasileiro (os direitos de transmissão são para as 2 divisões do Nacional). No entanto, a LFF avalia uma forma de remunerá-los.
