
Nem o mais otimista torcedor alvinegro poderia imaginar que a equipe comandada por Eduardo Barroca pudesse sofrer uma transformação tão grande em 2 jogos fora de casa diante de 2 dificílimos adversários.
As vitórias por 2×1 sobre o até então invicto Criciúma, em Santa Catarina, no domingo passado, e os 3×1 em cima do Londrina, no Paraná, na noite dessa quarta-feira, foram construídas de forma organizada, segura e, principalmente, com propriedade.
A sensação é de que o Ceará parece ser até outro time, apesar de jogar com as mesmas peças, nos duelos contra o ABC, Sport, Ponte Preta e Vitória. O início da metamorfose começou diante do Tombense com o triunfo por 2×0, mas ainda precisando de muitos ajustes.
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Com 1 semana livre para treinar e, enfim, colocar em prática sua metodologia, Barroca garantiu que iniciaria um trabalho em que os jogadores seriam cobrados fisicamente e taticamente, e que nesse período saberia quem tinha condições de continuar.
Não deu outra, a metamorfose aconteceu e a vitória contra o Criciúma foi a prova. Até porque, um adversário invicto, jogando dentro do próprio caldeirão lotado, com o apoio maciço do torcedor, seria um teste gigante. E o 2×1 foi maior ainda.

Em seguida, nesta quarta-feira, em Londrina, contra um rival que vinha empolgado com 2 vitórias consecutivas, na casa dele, o Ceará fez um 1º tempo perfeito e abriu logo 3×0, de forma eficiente, intensa e letal.
Na etapa final, o time diminuiu o ritmo e apenas administrou o resultado já garantido com 35min de bola rolando. O que só comprovou a mudança profunda do Ceará de Barroca, que é o responsável pelo futebol vistoso e muito promissor.
