
O desejo intrínseco do Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, por Carlo Ancelotti para comandar a Seleção Brasileira é perfeitamente compreensivo. Cada boleiro, torcedor ou dirigente tem sua preferência por determinado atleta ou treinador.
No entanto, com a recusa (pela 2ª vez) do italiano em assumir a equipe nacional, a CBF deveria buscar outro treinador. Jorge Jesus seria um dos cotados, assim como o Abel Ferreira, do Palmeiras.
Só que até ontem, os 2 portugueses estavam empregados e tinha toda aquela conversa de multa, de esperar o Mundial de Clubes.
Porém, os deuses do futebol parece que enfim deram uma mãozinha para a CBF. Jorge Jesus foi eliminado da Liga dos Campões da Ásia e o Al Hilal demitiu o treinador.
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Ou seja, o ex-treinador do Flamengo está livre no mercado e pronto para assumir o comando da Seleção Brasileira, que ele mesmo já havia dito que tem desejo de treinador.
A CBF não devia nem sequer cogitar qualquer outro técnico. Ednaldo Rodrigues já deveria ter pego o jatinho particular e ido até Portugal para se encontrar com JJ para contratá-lo.
Qualquer coisa diferente é procurar sarna para se coçar, ou querer macular ainda mais a imagem da desgastada CBF, que, desde a saída de Tite, não conseguiu acertar uma única vez no comando da Seleção. Foi assim com Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior.
Já está na hora de parar de cometer erros, deixar de macular a imagem da Seleção mais vezes campeã do mundo e contratar um treinador para resolver o problema. Jorge Jesus é a solução, ou a salvação.
