Torcidas de Ceará e Fortaleza durante Clássico-Rei em 2025. Foto: Divulgação

No último dia 7 de dezembro, um desastre aconteceu no futebol cearense. Na última rodada do Brasileirão, Fortaleza e Ceará foram rebaixados para a Série B.

Não bastasse o impacto esportivo da queda, o lado financeiro é um dos que foi mais afetado. A receita dos 2 clubes, que deveria ultrapassar os 300 milhões na temporada 2026, caiu consideravelmente para este ano.

E um dos fatores que comprovam essa redução no faturamento é justamente os programas de sócios torcedores dos 2 clubes.

Quando estavam na elite nacional, Ceará e Fortaleza tinham, juntos, cerca de 80 mil associados. 1 mês depois do rebaixamento, a perda foi de mais de 20 mil sócios.

O Vovô viu seu programa de sócios ser reduzido em mais de 20% com a saída de quase 8 mil torcedores. Enquanto Leão perdeu cerca de14 mil associados.

O impacto nos cofres dos dois clubes supera o R$ 1 milhão por mês e não somente isso, a insatisfação dos torcedores faz com que o trabalho seja redobrado para tentar reconquistar o fã.

Por isso, os departamentos de marketing de Ceará e Fortaleza vão ter de encontrar estratégias interessantes para não só manterem os que seguem pagando mensalmente o sócio, como ainda aproximar e recuperar esse torcedor, que saiu chateado.

O mais importante é o clube saber da importância do sócio torcedor não apenas no aspecto financeiro, mas que apoia o time dentro e fora dos estádios.