O Ceará conseguiu 1 ponto fora de casa mesmo jogando todo o 2º tempo com 1 jogador a menos. Por isso, é preciso valorizar esse empate por 1×1 contra a Ponte Preta em Campinas.
É claro que depois da igualdade com o São Bernardo na estreia no Castelão, o Vovô precisava recuperar os 2 pontos perdidos longe de casa.
Ainda mais diante de um adversário em crise, cheio de problemas e que havia sido rebaixado no Paulistão.
Mas as circunstâncias da partida, com a expulsão injusta do Lucas Lima, a má fase do time e as escolhas do técnico Mozart fazem que o empate seja valorizado.
E aqui é preciso, contudo, discorrer um pouco sobre o treinador alvinegro, que mudou o esquema tático, de novo com 3 zagueiros, escalou o lateral-direito Rafael Ramos um pouco mais à frente e não colocou Melk em nenhum momento da partida.
Com isso, Mozart não vai agradando. Pelo contrário, os torcedores já estão pegando no pé e percebendo que o treinador não consegue fazer o time evoluir.
O time segue com jogadores que não conseguem render, caso de Fernando, Fernanddinho e Wendel, mas mesmo assim, Mozart segue insistindo.
Ele terá uma nova oportunidade antes do Clássico-Rei da próxima quarta-feira, pela Copa do Nordeste. Nesse sábado, pela Série B, diante do Cuiabá, na Arena Pantanal, Mozart precisa do resultado positivo a qualquer custo para ganhar sobrevida.
Do contrário, qualquer revés diante do maior rival na próxima semana pode decretar o fim do ciclo do que era para ser o melhor treinador que o Ceará poderia ter contratado para temporada.
