
Há 4 anos, quando ainda amargava o inferno da Série C, o Fortaleza sofria para quitar as famigeradas dívidas trabalhistas. As temporadas seguidas na terceira divisão maltrataram o clube não apenas dentro de campo, mas também no lado financeiro. Em 2017, por exemplo, o débito passava dos R$ 5 milhões.
Só que o trabalho de gestão e de administração foram fortalecidos e a bola começou a entrar. A partir de então, as dívidas gradativamente reduziram. E caíram para pouco mais de R$ 700 mil. Agora, para 2022, a ideia é zerar.
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“Não fosse a pandemia, que gerou uma perda muito grande de arrecadação em 2020, nós já teríamos zerado essa dívida. Se tudo correr bem, se Deus quiser, acabaremos com a dívida trabalhista do Fortaleza, em 2022”, declarou Marcelo Paz.
Vale lembrar que nos jogos do Fortaleza, com borderô, são descontados 15% do valor arrecadado, que é utilizado para renegociações e vem ajudando a amortizar a dívida leonina.

Além disso, na próxima temporada, o caixa tricolor deve inchar com a participação histórica na Libertadores, com previsão de receita superior a R$ 16 milhões. Sem contar Copa do Brasil, Copa do Nordeste e o Brasileirão, competições que deverão impulsionar ainda mais o bolso leonino.
Pra completar, o programa de sócio torcedor e as bilheterias são as meninas dos olhos do Fortaleza. O cube, em 2022, deve ultrapassar os 30 mil associados e colocar no Castelão uma média considerável de público, que fomente as receitas.
📸Leonardo Moreira/FortalezaEC
📸Divulgação/FortalezaEC
