
Claro que a reformulação enorme no elenco é o principal problema para que o Fortaleza ainda não conseguiu colocar em campo boas atuações.
Apesar da invencibilidade e de alguns atletas terem permanecido (Breno, Brítez, Sasha, Pierre, Pochettino, Crispim, Moisés e Bareiro), claramente o time sente falta de mais qualidade e principalmente de peças de reposição.
O empate por 1×1 com o Iguatu em que o Tricolor ficou mais de 70min com um jogador a mais (zagueiro Diguinho foi expulso aos 30min do 1º tempo), comprovou mais uma vez os problemas leoninos.
Agora, não dá para deixar passar que alguns jogadores estão bem abaixo do que podem render. O principal deles é Moisés. O atacante tricolor não é nem sombra daquele jogador insinuante, driblador e dono de belos gols com a camisa vermelha, azul e branca.
No meio disso tudo, há ainda o suspense de quando realmente o técnico Thiago Carpini, enfim, vai receber reforços e ter a certeza de quem vai permanecer pelo menos para o fim do Campeonato Cearense.
Porque, durante o Manjadinho, o treinador leonino perdeu Diogo Barbosa, Mancuso, Kuscevic, Kauan, que entraram em campo e acabaram sendo negociados em seguida.
Por outro lado, chegaram o zagueiro Luan Freitas, os volantes Ronald e Ryan, mas ainda é muito pouco. Até porque o calcanhar de Aquiles é o setor esquerdo. O Fortaleza não tem nenhum lateral e está improvisando Lucas Crispim.
Com o Clássico-Rei no próximo domingo, dia 8, no Castelão, a diretoria tricolor vai precisar acelerar a chegada de reforços, principalmente se o time leonino seguir apresentando um futebol abaixo da qualidade que pode apresentar.
