Daniel Paulista treinador do Ceará. Foto: Felipe Santos/CSC

Há uma semana, o risco do Ceará sofrer um possível rebaixamento era de menos de 1%, segundo levantamento do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

No entanto, após a derrota para o Botafogo/SP, por 1×0, fora de casa, depois de 5 rodadas, o Vovô viu o percentual de queda subir para 3,4%, segundo a UFMG.

Apesar do número ainda ser baixo, a situação exige atenção. Restam apenas 5 rodadas para o encerramento da Série B, e o Alvinegro precisa voltar a pontuar para afastar definitivamente o fantasma do rebaixamento.

De acordo com os números divulgados pela UFMG, o Ceará apresenta uma probabilidade de queda inferior à de quatro concorrentes diretos na luta contra o rebaixamento.

Confira as chances dos clubes que ainda enfrentam maior risco:

  • Londrina: 99,92%;
  • Avaí: 76,2%;
  • Botafogo-SP: 11,4%;
  • Náutico: 6,2%;
  • Ceará: 3,4%;
  • Athletic-MG: 2,9%.

O cenário mudou um pouco, porque a vitória do Avaí sobre o Cuiabá e o empate entre Athletic/MG e Londrina alteraram a disputa na parte inferior da tabela.

O Avaí, primeiro clube dentro da zona de rebaixamento, chegou aos 36 pontos, reduzindo para seis pontos a diferença em relação ao Ceará, que permanece com 42.

Com 5 partidas pela frente, o Vovô ainda tem margem para administrar a vantagem, mas não pode desperdiçar oportunidades de pontuar enquanto os concorrentes continuam na disputa pela permanência.

Chegar aos 45 pontos é uma referência importante, embora a pontuação necessária para garantir a permanência dependa dos resultados dos concorrentes e dos critérios de desempate.