Foto: Vítor Silva/Botafogo FR

A 5ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) marcou para a próxima sexta-feira, 03, às 11h30, no plenário da corte, no Rio de Janeiro, o julgamento do zagueiro do Fortaleza, Bryan Ceballos, pela expulsão na partida contra o Botafogo, na 6ª Rodada do Brasileirão, quando o Tricolor perdeu por 3×1, no Estádio Nilton Santos, no Rio.

Na súmula da partida, o árbitro Jefferson Ferreira de Moraes (CBF/GO) relatou que o camisa 6 do Fortaleza recebeu o cartão vermelho por “Dar ou tentar dar uma rasteira ou um calço em um adversário com uso de força excessiva na disputa da bola – Por dar um carrinho de forma temerária no seu adversário de número 2 na disputa de bola. relato que após a apresentação do cartão vermelho, o referido atleta se dirigiu a mim tentando encostar sua testa na minha proferindo as seguintes palavras: “você é louco! aquele primeiro cartão não existe”. o referido atleta teve que ser contido pelos seus companheiros de equipe”.

Ceballos foi incurso em 2 artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (258 §2º, II do CBJD, e 254A) e assim, caso seja condenado, poderá pegar uma pena de 1 a 6 partidas de suspensão ou de 4 a 12 jogos.

Art. 258. Assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste Código. Pena: suspensão de uma a seis partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, e suspensão pelo prazo de quinze a cento e oitenta dias, se praticada por qualquer outra pessoa natural submetida a este Código. § 2º Constituem exemplos de atitudes contrárias à disciplina ou à ética desportiva, para os fins deste artigo, sem prejuízo de outros: II — desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões.

Art. 254-A. Praticar agressão física durante a partida, prova ou equivalente. PENA: suspensão de quatro a doze partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, e suspensão pelo prazo de trinta a cento e oitenta dias, se praticada por qualquer outra pessoa natural submetida a este Código.