
Desde dezembro do ano passado que o atacante Cléber, do Ceará, não pode trabalhar. O jogador foi suspenso preventivamente e não pode nem sequer usar as dependências do Estádio Carlos de Alencar Pinto ou qualquer outro local do clube alvinegro.
Em novembro de 2022, Cléber fez o tradicional exame de controle de dopagem, após um jogo do Brasileirão. E acabou sendo identificada a presença de uma substância proibida nas amostras da urina do atleta: Metabólito do Tamoxifeno.
O atacante, na época, inclusive soltou uma nota negando ter usado qualquer produto não autorizado. “Esclareço que nunca fiz uso intencional de qualquer substância proibida e que jamais atuaria com o objetivo de buscar uma vantagem indevida”, disse em mensagem no seu perfil no Instagram.
- Guto pede paciência ao torcedor do Ceará e diz que “neste momento a pressão não é benéfica, o apoio é benéfico”
- Volante Richard Coelho rescinde com o Ceará e vai jogar na Turquia, após ser afastado do elenco do Cruzeiro
- Novela sobre a renovação de Erick continua com Ceará à espera do atacante, que ainda não assinou com o São Paulo
Assim Cléber foi suspenso provisoriamente até que o julgamento fosse marcado. Desde, então, Ceará, atleta e seu estafe, inclusive, contratou um escritório de advocacia especializado para defendê-lo, aguardavam a audiência do Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem.
Enfim, somente agora, quase 7 meses depois, o famigerado julgamento foi marcado para a próxima segunda-feira, 10 de julho. Há uma expectativa de que a pena seja abatida desse período afastado.
O que mais impressiona nisso tudo é que Cléber não tem histórico para isso, sempre foi um atleta exemplar, quis provar que não ingeriu nada proibido, mas a Justiça para esse tipo de caso é muito severa.
Queria ver a Justiça rigorosa assim para casos de Racismo, para jogadores que são flagrados em manipulação de resultados, ou que machucam adversários, para dirigentes que atrasam salários, roubam os clubes, para torcedores que causam violência…
