Os gandulas usaram um colete com o nome: passa la pelota. Enquanto os maqueiros usaram um colete com o nome: medico.

O quarto árbitro não deixou o auxiliar técnico do Ceará, Alexandre Faganello, ficar na cadeira ao lado do banco de reservas. O diálogo (pra suavizar) entre os dois foi intenso, mas no final, o alvinegro teve de ceder e acabou sentando no banco de reservas.

Em uma disputa de bola próximo à lateral, o atacante do Ceará, Steven Mendoza, acabou indo pra fora do campo e caiu na área técnica do Arsenal. O treinador Rondina fez questão de ajudar a levantar o jogador alvinegro.

O primeiro lance que arrancou aplausos pra valer foi um chute do meia Vina, aos 22 minutos, que acabou indo pra fora. No entanto, Mendoza reclamou bastante, porque estava livre e queria a bola.

Aliás, novamente o Presidente do Ceará, Robinson de Castro, usou do direito que lhe é permitido e acompanhou à partida do banco de reservas.  Sentou numa cadeira ao lado juntamente com Marlon, Klauss e Buiú.

Na primeira parada mais demorada, pra atendimento do atacante Mendoza, o centroavante Felipe Vizeu saiu lá da frente e foi até a área técnica para conversar com o técnico Guto e com o auxiliar Faganello. Claro que ele também aproveitou o momento para beber água. Quando o Vizeu voltou para o campo, Guto e Faganello ficaram conversando por um bom tempo.

Na outra parada ainda mais demorada para o atendimento do goleiro Medina, do Arsenal, parecia até um intervalo. Os dois times se reuniram nas respectivas áreas técnicas para hidratação e conversar com os treinadores. No entanto, Richard, Messias, Luiz Otávio e Gabriel Dias ficaram na grande área conversando. Quando Luiz Otávio quis beber água, Richard ofereceu a garrafa dele para o capitão não precisar ir ao banco.

Antes do fim do primeiro tempo, o meia Vina deu uns gritos, de longe, incentivando o volante Charles. Mas foram gritos muito alto mesmo: “Vamo, Charles! Vamo, Porra! Vamo, Jogar! Vamo!”. Até o Guto, que tava na área técnica disse: “Tá bom, vamo!”.

Quando o árbitro reserva pegou a placa para informa os minutos de acréscimos, o técnico Guto Ferreira perguntou: “Quantos? Quantos minutos?”.

Vina, Gabriel Dias e Oliveira foram conversar com o árbitro no intervalo para reclamara sobre um entrada dura do adversário em cima do camisa 29 alvinegro e praticamente foram os últimos a saírem do campo para os vestiários. Guto foi o primeiro.

Na volta para o 2º tempo, Richard foi o primeiro a voltar e como havia o goleiro reserva e o preparador do Arsenal na área se aquecendo, todos ficaram conversando enquanto as equipes voltavam dos vestiários.

Quando Yony foi chamado para entrar em campo, o zagueiro Messias gritou alto para o banco e avisou que o volante Charles havia sentido alguma lesão e poderia sair. Em seguida, Charles fez sinal de que deveria ser substituído.

Na saída de campo, Mendoza foi cumprimentado por todos os integrantes da comissão técnica, inclusive por Guto Ferreira.

A placa com os números dos jogadores Charles, que saiu, e Marlon, que entrou, só foi mostrada, bem depois da substituição. Marlon já estava dentro de campo e a bola rolando.

Aliás, assim como este Blog errou no início, o placar eletrônico do Castelão também se equivocou e escreveu o nome de Steven Mendoza de maneira incorreta.

O meia Vina não gostou de ser substituído. Diferentemente de outras partidas, quando o técnico Guto Ferreira o cumprimenta, dessa vez, o camisa 29 alvinegro foi direto para o banco de reservas.

No lance da falta dentro da área em cima do atacante Lima, que o árbitro não marcou nada, todos no banco de reservas do Ceará se levantaram e pediram a penalidade. Quando o árbitro deu apenas tiro de meta, todos ficaram indignados.

Quando o árbitro apitou o final da partida: o goleiro Richard deu um grito muito alto: “naaaaaaaaaao”.

O técnico Guto Ferreira saiu apressadamente para os vestiários, ao final da partida. Enquanto o volante Marlon ficou um bom tempo conversando com árbitro e reclamou da não marcação do pênalti em Lima.

📸 João Moura/Arena Castelão News

📸 Blog do Kempes