A primeira polêmica da partida aconteceu com o Fortaleza ao não parar um ataque, quando o lateral do Ceará, Buiú, estava no chão, após uma dividida. O banco de reservas alvinegro foi à loucura. Guto Ferreira reclamou veementemente com o quarto árbitro, com o assistente e também com juiz. Este se dirigiu até o treinador alvinegro e se justificou: “Eu não vi e mande seus jogadores ficarem no banco. Eu não vi”.

A cada bola parada do Ceará que iria pra área do Fortaleza, o técnico tricolor Juan Pablo Vojvoda gritava: Atenção! Atenção! Primeiro e segundo!

Após uma entrada forte do atacante Rick no volante Éderson, o zagueiro Quintero, sentado nas cadeiras ao lado do banco de reservas, se levantou e gritou em direção ao juiz: “Cadê o cartão? Cadê o cartão?”. Em seguida, olhou para o quarto árbitro e disparou: “Ajuda ele! Ajuda ele a dar amarelo!”

Na comemoração do gol do volante Felipe, o lateral Tinga correu em direção ao goleiro Felipe Alves para celebrarem juntos. Em seguida, o camisa 2 tricolor soltou o grito com os punhos fechados.

O atacante Wellington Paulista avisou ao massagista do Fortaleza (apontando para o próprio calçado) para preparar um novo par de chuteiras ao volante Éderson. O defensor tricolor ouviu e gritou: “Daqui a pouco”.

Em uma disputa de bola, Wellington Paulista acabou caindo e foi pra fora de campo, na área técnica do Fortaleza. Mas para a partida não ser reiniciada, rolou de volta para o campo. Alguém do estafe do Ceará, no setor premium, gritou: “Ele caiu fora, caralho!”. O árbitro foi até o camisa 9 tricolor e perguntou: “Você quer atendimento ou vai se levantar? Então, fica em pé”

Na primeira parada mais longa, para atendimento ao volante tricolor Matheus Jussa, que machucou o ombro, o também volante alvinegro Charles foi até o banco para conversar com o técnico Guto Ferreira. O defensor do Ceará claramente reclamou de algo para o treinador. Enquanto no bando do Fortaleza, Vojvoda chamou Lucas Crispim e Éderson (que aproveitou para trocar as chuteiras) para orientar o posicionamento.

Aliás, Jussa saiu de campo chorando. Ao passar pelo banco de reservas, os companheiros tricolores foram até ele consolá-lo. O volante leonino seguiu para os vestiários.

Após, o segundo gol do Fortaleza, marcado pelo atacante David, um presente dado pelo volante Charles, o técnico Guto Ferreira deu um chute em um copo de água que estava no chão e balançou a cabeça negativamente. Depois foi conversar com o auxiliar Alexandre Faganello.

Antes de a bola rolar, O atacante Wellington Paulista fez questão de abraçar e cumprimentar alguns jogadores do Ceará: Saulo, Bruno Pacheco e Vina.

Quando os jogadores foram para o campo, o quarteto de arbitragem já estava no gramado, o único a cumprimentá-los foi o meia tricolor Yago Pikachu.

Assim que o árbitro apitou o fim do 1º tempo, Guto chamou o assistente, mostrou o relógio e reclamou do tempo de acréscimo, em seguida saiu apressado para os vestiários.

Três jogadores do Ceará estavam bastante irritados durante a partida: o goleiro Richard, o meia Vina e o atacante Saulo. Por várias vezes, Richard gritava com o time: “Vamo fazer esse gol, caralho! Em cima, marca!”. Logo após o segundo gol do Fortaleza, em um novo escanteio, o atacante Wellington Paulista ficou livre sozinho para pegar a bola na linha de fundo, o goleiro alvinegro gritou: “Puta que pariu, de novo”. Já Saulo e Vina reclamavam e gritavam bastante, ou era por não receberem a bola, ou era por não terem opção para jogar ou era para reforçar a marcação.

Aliás, ao sair de campo, Vina demostrou bastante irritação ao ser substituído. Ele realmente não esperava que iria sair. optou por deixar o campo pelo outro lado e ao chegar ao banco não foi cumprimentar e nem recebeu cumprimento do técnico Guto Ferreira.

Em um lance no meio-campo em que o volante Felipe deixou Fernando Sobral passa como quis, o lateral tinga não se aguentou: “Vai tomar no cu, Felipe. Marca, caralho”. Felipe, em seguida, acabou caindo na disputa de bola e foi reclamar com Tinga. Depois, tudo voltou ao normal.

Na arquibancada, logo após o terceiro gol do Fortaleza, os mascotes Juba e Stella começaram a fazer dancinhas e coreografias juntos celebrando a vitória tricolor.

Após o fim da partida, os jogadores do Fortaleza se reuniram próximo à área do goleiro Felipe Alves para celebrar a vitória e a classificação.

O lateral-esquerdo Bruno Pacheco se sentou sozinho no gramado e começou a chorar, após o fim do jogo. Foi consolado por alguns companheiros e até pelo atacante tricolor Robson, depois se levantou e saiu para os vestiários visivelmente abatido.

O Clássico-Rei gerou um prejuízo de R$ 42.236,52

📸 Carvalho Marques / Arena Castelão News

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