Foto: Ascom/Fortaleza EC

Em apenas 4 dias, o Fortaleza conseguiu transformar o desejo de deixar a lanterna do Campeonato Brasileiro para uma crise ainda mais avassaladora e inédita na era Juan Pablo Vojvoda.

A derrota para o Avaí, em Florianópolis, o protesto da torcida no Aeroporto, a agressão ao atacante Robson, o comportamento inadequado de Renato Kayzer e agora o afastamento do meia Lucas Crispim.

Tudo isso com o time em último lugar na Série A, a menos de 1 semana do 1º Clássico-Rei decisivo pelas Oitavas de Final da Copa do Brasil e ainda com o jogo importante diante do América/MG, nesse domingo, na Arena Castelão.

O afastamento de Lucas Crispim, anunciado pelo clube neste sábado, escancara o quanto o ambiente no Fortaleza está rebelado e precisa urgentemente de medidas rápidas, fortes, duras e emergenciais.

Se o clube estivesse numa situação confortável, já seria altamente prejudicial tudo que está acontecendo. Com o time atolado numa crise, a sensação é de que é preciso muito mais que trabalho e confiança no elenco (como sempre respondeu Vojvoda) para sair do caos.

Líderes do elenco, o treinador, o diretor de futebol e o presidente do Fortaleza precisam se pronunciar para esclarecer o que está havendo, como chegou nessa situação e o que vão fazer para sair dessa desordem e ainda como voltar a vencer no Campeonato Brasileiro? Onde em 12 jogos, só ganhou 1.

Momento não é para reflexão é para tomar atitude. Do jeito que está, o barco está afundando e ninguém está se salvando. Como sempre diz o próprio Presidente Marcelo Paz: “a bola não entra por acaso”.