Fotos: Felipe Santos/Ceará SC

Pelo 3º ano consecutivo, o Ceará terminou o 1º turno do Brasileirão com 24 pontos e nas últimas 2 temporadas em 12º lugar. Na atual edição, no início, a equipe alvinegra até deu sinais de que, dessa vez, iria encerrar as 19 primeiras rodadas mais além.

No entanto, não foi isso que aconteceu. O motivo? Sem dúvida alguma o excesso de empates e as atuações bem abaixo do esperado. Uma delas, essa última diante do Juventude em que perdeu por 1×0, em Caxias do Sul, jogando muito mal.

Claro que a saída de Dorival Júnior atrapalhou os planos alvinegros. O time estava jogando bem e com bons resultados, vitórias sobre o América/MG e no Clássico-Rei e empates valiosos contra Santos e São Paulo fora de casa, tanto que o Ceará ainda emplacou uma sequência de 11 jogos de invencibilidade.

Mas a chegada de Marquinhos Santos não manteve o time com o mesmo desempenho. Surgiram derrotas, mais empates e atuações limitadas. Até mesmo nas vitórias, como diante do Avaí, o Vovô padeceu e quase entregava outra igualdade.

A sensação é de que se Vina e Mendoza não estiverem atuando bem, o Ceará não oferece risco ao adversário e assim é necessário uma lampejo das estrelas alvinegras para sair com o resultado positivo. A campanha é ruim? Não. Mas não é esse o ponto.

O X da questão é que o Ceará poderia estar numa posição melhor, com o G6 na cola, vendo mais próximo a parte de cima da tabela. Só para se ter uma ideia, o Vovô termina o turno a 5 pontos do Z4 e a 6 do G6.

Assim e esperando que o time jogue mais é que os alvinegros acreditem que dá, soim, para sonhar em algo melhor. Porém, Marquinhos Santos vai precisar ajustar até para ter tranquilidade com sue trabalho, até agora, questionado por boa parte da torcida.