Após o empate por 0x0 contra a Chapecoense, neste domingo, na Arena Condá, pela 3ª Rodada da Série A do Brasileiro, o meia Vina falou com a reportagem do Premiere sobre o resultado da partida.

“A gente sabe que aqui é difícil jogar, pontuamos, mas é obvio que não era o que a gente queria, com todo o respeito à Chapecoense. É o momento de a gente se fechar (o grupo). É um momento que não é bom. A gente tem consciência disso. Mas só nós jogadores e a comissão técnica, juntos, podemos tirar o Vozão dessa situação“, disse o camisa 29 do Vovô, que foi perguntando sobre ter ficado na reserva.

“Acho que ninguém é insubstituível. É a força do elenco. Jorginho hoje entrou e entrou muito bem. É um jogador que vem procurando espaço. Eu, desde que cheguei aqui no Ceará, sempre respeitei muito os jogadores da minha posição, que era o baxola, que era o Wescley, hoje é o Jorginho, Marlon. É um respeito muito grande, eu tenho a consciência de que talvez não esteja vivendo um bom momento. Mas tudo o que é bom passa, assim como os ruins também. Mas é se fortalecer, como ser humano, como atleta, procurar evoluir para estar sempre ajudando o Ceará”, finalizou.

Principal estrela do elenco do alvinegro, Vina, no entanto, desde a perda do título da Copa do Nordeste, não tem repetido as boas atuações do ano passado. Das últimas 12 partidas em que atuou pelo Ceará, Vina só atuou os 90 minutos em apenas uma. No empate por 0x0 contra o Arsenal, no Castelão, pela Copa Sul-Americana. Na última quinta-feira, com mais uma atuação apagada e com a saída de campo, a torcida fez duras críticas ao seu futebol. Neste domingo, começou no banco de reservas.

Aliás, na última quinta-feira, segundo o repórter Cario Ricard, da TV Verdes Mares, Vina reclamou por ter sido substituído no Clássico-Rei contra o Fortaleza, pela Copa do Brasil.

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